É até suportável
Mas não vou mais suportar
Tanto sangue em minhas mãos
Que nem sei como vieram em mim parar
São dias, são pessoas
São descobertas, são sons
São coisas que não me fazem bem
São coisas que me despedaçam
Sei que fugir, sumir não soluciona
Sei que fugir, sumir é covardia
Mas e se eu simplismente deixar
Tudo o que está nas minhas mãos cair?
Não é uma fulga, ou sumiço
Logo não é covardia, é?
É apenas um desleixo, um descuido
Posso achar muitos culpados
Pra tanto peso
Mas quero dizer assim
Sou fraca, e esse é o meu erro
Eu podia ter sido mais sábia
Ou perceptiva, e não tão evasiva
Tantos me deram a posse de seus erros
Agora tanto faz, seja quem ou o que for
Sou o único alvo aparente não é mesmo?
Que seja assim então
Sou imperfeita, errante
Desatenta, pecante.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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Um comentário:
Bela!
Saudades.
HAHAHAHAHA, o Blog acusou sua poesia! xD
Depois pede o print screen!
AEHIUAEHIUAEHIUAEHAIEH
;*
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